RT Journal Article T1 Etnografia como antídoto: entrevista com Philippe Erikson A1 Pérez Gil, Laura A1 Coffaci de Lima, Edilene A1 Carid Naveira, Miguel A1 Córdoba, Lorena A1 Villar, Diego AB Desde meados da década de 1980, Philippe Erikson deu um impulso decisivo ao estudo dos povos de língua pano, notadamente a partir de seus trabalhos de pesquisa entre os Matis, no Vale do Javari, e os Chacobo, na Bolívia, localizados próximos à fronteira brasileira. Professor na Université Paris-Ouest Nanterre (outrora Paris X) e pesquisador do EREA (Equipe de Recherche en Ethnologie Amérindienne), Philippe Erikson tem não apenas recepcionado diversos pesquisadores brasileiros em Paris, mas, sobretudo, incrementado a interlocução entre etnólogos dos dois lados do Atlântico, marca de sua delicadeza e generosidade. Nesta entrevista, realizada há três anos, em Buenos Aires, durante a realização da VIII Reunião de Antropologia do Mercosul, Philippe conversou com cinco panólogos sobre sua trajetória acadêmica, sua aproximação da tnologia, sobre sua predileção pela Etnografia, em detrimento das ambições comparativas ou da procura por modelos teóricos que já o acompanharam PB Universidade Federal do Paraná SN 1519-5538 YR 2011 FD 2011-12-31 LK https://hdl.handle.net/20.500.14352/128591 UL https://hdl.handle.net/20.500.14352/128591 LA por NO Coffaci de Lima, E., Carid Naveira, M., Córdoba, L., Villar, D., & Pérez Gil, L. (2011). Etnografia como antídoto: entrevista com Philippe Erikson. Campos - Revista De Antropologia, 12(2), 83–110. https://doi.org/10.5380/cam.v12i2.30618 DS Docta Complutense RD 26 feb 2026