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A atualidade da controvérsia do planejamento entre Roberto Simonsen e Eugênio Gudin e os paradoxos do modelo econômico de Luiz Inácio Lula da Silva (2004-2010)

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2014

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Universidad Complutense de Madrid
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O artigo aborda as diferentes visões sobre o planejamento no Brasil de acordo com dois grandes intelectuais brasileiros do século XX: Roberto Simonsen (1889-1948) e Eugênio Gudin (1886-1986). Simonsen foi defensor de planejamento econômico e via a industrialização como alternativa à elevação do nível de renda e a melhoria dos padrões de vida da população brasileira. Gudin defendia que o Brasil não necessitava de um plano e sim produtividade agrícola e livre mercado. A sequência de publicações sobre planejamento deu origem ao que se convencionou na História do Pensamento Econômico Brasileiro de “A Controvérsia do planejamento na Economia Brasileira entre Roberto Simonsen e Eugênio Gudin”. O cotejo entre as duas visões demonstra que essa controvérsia retorna à pauta de política econômica brasileira no início do século XXI, em função do retorno de visões teóricas que representam um “novo” ciclo em relação à necessidade de planejamento como processo global e contínuo.
The article discusses the different views about planning in Brazil according to two major Brazilian thinkers of the twentieth century: Roberto Simonsen (1889-1948) and Eugênio Gudin (1886-1986). Simonsen was a defender of economic planning and saw industrialization as an alternative to the rising level of income and the improvement in the standard of living of Brazilian people. Gudin argued that Brazil did not need a plan, but it needed agricultural productivity and free market. The following publications on planning brought about what has been called in the Brazilian History of Economic Thought as "The Planning Controversy in the Brazilian Economy between Roberto Simonsen and Eugênio Gudin". The comparison between both views demonstrates that this controversy returns to the agenda of Brazilian economic policy at the beginning of the twenty-first century, particularly because of the return of theoretical views that represents a "new" cycle in relation to the need of planning as a global and continuous process.

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