O desenho do campo da ciência da informação e suas relações: a metáfora dos mapas
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Publication date
2015
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Universidad Complutense de Madrid
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Abstract
Trata-se de uma recente e importante discussão, no campo da Ciência da Informação, não apenas sobre qual o objeto de estudo dessa Ciência, mas também sobre se as reflexões teóricas têm sido desenvolvidas com a devida profundidade, na área central de tal Ciência, ou se tem limitado a discussões de fronteira, numa perspectiva mais interdisciplinar, transdisciplinar e multidisciplinar. O objetivo deste estudo é de discutir sobre se tais atitudes são negativas para a Ciência da Informação, como alguns autores apontam, ou se pode ser um indicativo do que começa a acontecer também com as outras ciências. Para isso, recorreu-se a publicações que refletem sobre o tema. Com essas discussões, surgiu a metáfora de que a Ciência da Informação parecia muito com a distribuição populacional da Austrália e seu mapa, desenvolvido e povoado em sua costa ou litoral e pouco povoado em seu interior. White & McCain foram os primeiros a estudar esse caso em 1998 e, baseados numa pesquisa, chegaram a essa metáfora. Tal argumento metafórico foi difundido posteriormente por outros autores, especialmente por Saracevic, em cujo artigo do ano seguinte repercutiu essa situação. Olhando mais detalhadamente a publicação de White & McCain, percebe-se que o resultado da pesquisa gerou ilustrações que realmente fazem sentido com essa analogia. Este artigo discute sobre isso e avança no sentido de refletir sobre se essa pouca profundidade e interdisciplinaridade são realmente negativas para a Ciência da Informação e de propor uma reflexão sobre novas analogias a metáforas de mapas. As considerações finais remetem a um encaminhamento de que essa construção de fronteira é extremamente interligada com as demais ciências e se apresentam como algo positivo para a Ciência da Informação, no sentido de contribuir com sua construção teórica.
This is a recent and important discussion in the field of Information Science: what is this science’s object of study. Otherimportant discussions are theoretical, which have been developed within proper depth in the central area of such science or are known to have been more limited to an interdisciplinary, transdisciplinary and multidisciplinary borderline perspective. The objective of this study is to discuss whether these perspectives are negative for Information Science.As some authors point out, it can bean indication of something that also takes placein other sciences. Because of this, we used the publications that reflect on the subject. With these discussions came the metaphor of the Information Science was rather similar to the population distribution in Australia and its own map. In other words developed and populated on its shore and sparsely populated in the country. White and McCain were the first to study this case in 1998 and, based on a survey, reached this metaphor. Other scholars, especially by Saracevic in an article published a year later, discussed this metaphorical argument. Observing in more detail the work of White and McCain, one realizes that the search result generated visuals that really make sense with this analogy. This article discusses it and moves towards a reflection on whether this limited and interdisciplinaritydiscussions are actually negative for Information Science, and proposes new analogies metaphors maps. The final remarksshow that these borderline discussions are interconnected with the other sciences and are presented as something positive for Information Science, in order to contribute with its theoretical basis.
This is a recent and important discussion in the field of Information Science: what is this science’s object of study. Otherimportant discussions are theoretical, which have been developed within proper depth in the central area of such science or are known to have been more limited to an interdisciplinary, transdisciplinary and multidisciplinary borderline perspective. The objective of this study is to discuss whether these perspectives are negative for Information Science.As some authors point out, it can bean indication of something that also takes placein other sciences. Because of this, we used the publications that reflect on the subject. With these discussions came the metaphor of the Information Science was rather similar to the population distribution in Australia and its own map. In other words developed and populated on its shore and sparsely populated in the country. White and McCain were the first to study this case in 1998 and, based on a survey, reached this metaphor. Other scholars, especially by Saracevic in an article published a year later, discussed this metaphorical argument. Observing in more detail the work of White and McCain, one realizes that the search result generated visuals that really make sense with this analogy. This article discusses it and moves towards a reflection on whether this limited and interdisciplinaritydiscussions are actually negative for Information Science, and proposes new analogies metaphors maps. The final remarksshow that these borderline discussions are interconnected with the other sciences and are presented as something positive for Information Science, in order to contribute with its theoretical basis.