Transformando desde los intersticios: huertos urbanos comunitarios ante la crisis ecosocial
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Official URL
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Publication date
2025
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Publisher
Centro em Rede de Investigação em Antropologia
Citation
Sama Acedo, S., Berná Serna, D., y Homs Ramírez de la Piscina, P. (2025). Transformando desde los intersticios: huertos urbanos comunitarios ante la crisis ecosocial. Etnográfica, 29(3), 749-767. https://doi.org/10.4000/154sc
Abstract
En este artículo abordamos el caso de los huertos urbanos comunitarios de Madrid integrados en el Programa Municipal de Huertos Urbanos Comunitarios. Son iniciativas situadas en los intersticios entre la gestión comunitaria y la gestión institucional pública en torno a lo “ecológico” y “sostenible”. Su expansión e institucionalización involucra prácticas y relaciones entre diversos agentes, desde las cuales emergen nuevas demandas sobre la gestión de los llamados urban green commons (comunes verdes urbanos) y se habilitan formas de gobernanza compartida. En este contexto analizamos cómo los huertos urbanos comunitarios enfrentan el desafío de mantenerse como espacios transformadores – actualizando vínculos comunitarios, de reciprocidad y de cuidados mutuos, reformulando formas de relación con “la naturaleza” en la ciudad y de aprovisionamiento alimentario – sin quedar absorbidos por las lógicas mercantiles ni marginados al espacio asistencialista o de voluntariado comunitario.
Neste artigo abordamos o caso das hortas urbanas comunitárias de Madrid, integradas no Programa Municipal de Hortas Urbanas Comunitárias. Estas iniciativas situam-se nos interstícios entre a gestão comunitária e a gestão institucional pública em termos “ecológicos” e “sustentáveis”. A sua expansão e institucionalização envolvem práticas e relações entre diversos agentes, a partir das quais emergem novas exigências de gestão dos chamados urban green commons (baldios verdes urbanos) e se possibilitam formas de governação partilhada. Neste contexto, analisamos como as hortas urbanas comunitárias enfrentam o desafio de se manterem como espaços transformadores – atualizando os laços comunitários, a reciprocidade e o cuidado mútuo, reformulando as formas de relação com a “natureza” na cidade e o abastecimento alimentar – sem serem absorvidos por lógicas mercantis ou marginalizados para o espaço assistencial ou do voluntariado comunitário.
Neste artigo abordamos o caso das hortas urbanas comunitárias de Madrid, integradas no Programa Municipal de Hortas Urbanas Comunitárias. Estas iniciativas situam-se nos interstícios entre a gestão comunitária e a gestão institucional pública em termos “ecológicos” e “sustentáveis”. A sua expansão e institucionalização envolvem práticas e relações entre diversos agentes, a partir das quais emergem novas exigências de gestão dos chamados urban green commons (baldios verdes urbanos) e se possibilitam formas de governação partilhada. Neste contexto, analisamos como as hortas urbanas comunitárias enfrentam o desafio de se manterem como espaços transformadores – atualizando os laços comunitários, a reciprocidade e o cuidado mútuo, reformulando as formas de relação com a “natureza” na cidade e o abastecimento alimentar – sem serem absorvidos por lógicas mercantis ou marginalizados para o espaço assistencial ou do voluntariado comunitário.













